Quebra-Ciclos apresenta
Marcya M. Cereja e Mario C. Silveira

Ele se foi. E agora?

A perda de um pet desperta uma dor que o mundo não sabe nomear. Sem velório, sem licença para sentir.

Assista a história que tocou milhares de pessoas

Onde está sua dor agora?

Não foi só um cachorro. Foi família.

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“Pela primeira vez em anos, consigo respirar.”

Luna tinha 34 anos quando sua cadela Pipoca morreu, depois de doze anos juntas. O que veio a seguir a surpreendeu: uma tristeza que parecia não ter fundo — não era só a Pipoca, era tudo.

No processo terapêutico, emergiu um padrão mais antigo: uma infância marcada pela ausência emocional dos pais, pela sensação de nunca ser suficiente. A Pipoca havia sido, por doze anos, o único ser que a amava sem exigir que ela fosse diferente.

Hoje, Luna consegue receber afeto sem esperar que vá embora. Ainda sente falta da Pipoca todos os dias — mas é uma saudade quente, não uma ferida aberta.

Depoimento de Luna, 34 anos, Florianópolis.